Colecistite Aguda - sintomas e tratamento

O que é Colecistite?

A colecistite consiste na inflamação da vesícula biliar. Essa doença é tratada como emergência médica e se não tratada com urgência pode levar o paciente à morte.

A doença afeta principalmente mulheres quando estão em período fértil, além de obesos e pessoas de qualquer sexo com idade entre 40 e 50 anos.

Pessoas que se alimentam com muita gordura estão mais propicias a desenvolver a doença.

Geralmente a doença não apresenta sintomas e na maioria dos casos a pessoa só descobre o problema com a sensação de fortes dores, que aparece repentinamente na parte superior do abdômen.

Muitos pacientes quando descobrem a doença já estão em estado grave e precisam ser submetidos a processos cirúrgicos, que consiste em remover a vesícula.

Há estudos que a doença afetas mais as mulheres. Alguns fatores são considerados como risco para o desenvolvimento da doença, como a idade a partir dos 40 anos, mulheres grávidas e também as que tomam remédios contraceptivos, pessoas obesas e também quem perde peso de forma súbita.

A doença se desenvolve principalmente quando o paciente tem litíase vesicular, que são conhecidos também como os cálculos biliares, onde fica o depósito dentro da vesícula e doença obstrui o canal da vesícula, favorecendo a infecção do órgão, existindo assim a colecistite.

Como se adquire

As principais causas conhecidas da doença são a existência dos cálculos biliares, que se desenvolvem e com isso acontece a colecistite ou também por traumas causados por cirurgias no abdômen.

A doença também se desenvolve quando o paciente tem litíase vesicular. A formação dos problemas na vesícula se relacionam com fatores no metabolismo e também condições hereditárias, que se aliam ao modo alimentar de cada paciente.

Sintomas

Um dos primeiros sintomas que afetam o paciente que sofre de colecistite é a dor que geralmente afeta a parte superior do abdômen, que indica a inflamação na vesícula. Depois, o sintoma pode ser identificado pela intensidade da dor, principalmente quando o paciente respirar e sentir dores.

Em paralelo as fortes dores, é possível sentir náuseas e vômitos, que indicam ainda mais a presença de problemas na vesícula.

Ao chegar ao médico, informando sobre os sinais da possível doença, é de rotina que o profissional faça exames que possam ajudar a identificar o problema, como por exemplo, pressionar a parte superior do abdômen. Nessa hora o paciente vai demonstrar as dores e pode ser também a febre acompanhe os sintomas.

Normalmente, as dores são constantes no paciente por até três dias e pode desaparecer em até uma semana. Mas se o paciente não der importância para os sinais da doença, pode agravar o problema.

Outros sintomas como urina escura, febres e arrepios, junto com a coloração amarelada da pele, podem ajudar no diagnóstico do problema.

Diagnóstico

Após analisar os sintomas informados pelo paciente, os médicos realizam exames clínicos que possam confirmar a doença. Um exame chamado de ecografia é um dos que ajudam a identificar a inflamação na vesícula.

A gamagrafia hepatobiliar é um dos exames que podem diagnosticar a doença com precisão. A técnica é baseada por meio de imagens que por meio de substâncias de radiação podem visualizar o fígado do paciente, junto com imagens do intestino delgado e principalmente da vesícula.

Como é feito o tratamento

O tratamento da doença consiste na internação imediata, assim que o problema for diagnosticado, para que o paciente seja cuidado com medicamentos que possam aliviar os sintomas o mais rápido possível.

Em primeiro momento, é feito um tratamento com base em medicamentos, para depois seguir ao processo cirúrgico. Isso acontece para que o paciente não sofra por complicações na cirurgia, se for realizada de imediato. É importante aliviar o sintomas, realizar exames que possam avaliar as condições clínicas do paciente que passará por uma cirurgia.

Quando diagnosticado o problema e as condições do paciente forem favoráveis ao processo cirúrgico, é importante que ele seja realizado depressa, pois a crise na vesícula pode voltar causando mais dores e complicações ao paciente.

Como prevenir

Para evitar a formação de cálculos biliares e consequentemente a inflamação da vesícula, cuidados como alimentação saudável e a prática de exercícios físicos podem ajudar.

Evitar no dia a dia a ingestão de alimentos gordurosos e refrigerante é um bom começo na prevenção da doença.

Consultar um médico ao menos uma vez ao ano, realizar exames preventivos e fazer uma alimentação balanceada, indicada por uma nutricionista ou até mesmo por um gastro, são princípios que tornam a vida mais saudável, além de evitar que o paciente sofra de colecistite.

Pessoas obesas são os principais pacientes da doença, neste caso, é importante controlar o peso com alimentação regrada, pois manter o peso ideal é uma atitude saudável, que previne não só a colecistite como tantas outras doenças.

Ao passar pela idade de risco, entre 40 e 50 anos, é essencial redobrar os cuidados com alimentação e consultar o médico.

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